terça-feira, 14 de outubro de 2014

Sentimentalismos


Meu amor sobrevive do que eu experimento sem saber.
Do que eu descubro de novo sobre ti, todos os dias em que lhe falo.
De quando eu vivo, principalmente, em um ou dois dias contigo.

De como é cada vez mais difícil dizer até logo.
Sabendo que pode ser a última vez que lhe vejo.
Sabendo que dessa vez, talvez, seja um "Adeus".

O amor sobrevive de futuro...
Quem ama enxerga o que o tempo ainda não viu...
Enxerga o que o outro ainda não é...
Enxerga aquilo que esta oculto...

...que é invisível aos olhos.

E a saudade... a saudade...

É um lugar que só chega quem amou.
.
.
.
.
.
.
.
Eu queria poder lhe abraçar...

Nenhum comentário:

Postar um comentário