Porque até as raposas acharam que eu pisei na bola :/
Olá! O tio voltou.
Sim, e dessa vez não tem poema. Na verdade, eu vou usar esse espaço pra falar de uma lição valiosa que aprendi hoje. Na verdade, ontem. E que talvez lhes sirva pra alguma coisa.
Bem, vocês já devem ter ouvido o ditado inúmeras vezes. Sim, aquele mesmo... que diz que "as vezes menos é mais".
Não vou falar da natureza dessa colocação (que é extremamente abrangente), mas preciso deixar minha experiência clara. Como aspirante a escritor, é natural que eu tenda a romantizar muitas coisas. Inclusive minha forma de me expressar. Tudo, desde minha fala até meus trejeitos são influenciados por esse detalhe. A maneira como eu interajo com o mundo, como eu me porto, como eu construo minhas orações, tudo, é fundamentado nessa característica.
Bem, isso seria muito bom, se eu existisse em um mundo onde todos são pré dispostos a entender isso. Mas felizmente, as pessoas não existem para nos entenderem. Elas simplesmente existem. E de forma completamente caótica. Portanto, é muito provável que poucas pessoas (talvez ninguém) consigam digerir, sem nenhum erro de paralaxe, tudo aquilo que nós tentamos transmitir.
Bem, o fato é que fui um pouco leviano num dos meus discursos. Tentando tranquilizar alguém, acabei rebuscando o texto demais... Sabe... abusei um pouco da semântica e da estilística. E a interpretação... Ela dava margem a inúmeras interpretações, que destoaram completamente das minhas intenções.
Resumindo a história... tentando resolver um problema, acabei escrevendo algo que soou realmente patético.
Resumindo a história... tentando resolver um problema, acabei escrevendo algo que soou realmente patético.
Se foi minha intenção? Não.
Mas que fique claro, foi tudo MINHA CULPA.
Bem ou mal, somos responsáveis por nossas palavras. E se não nos precavermos, nos tornamos escravos delas. E estenda isso a nossas ações. A nossas crenças, valores e até mesmo nossos ideais mais íntimos.
Na realidade, esse meu deslize me fez repensar algumas coisas.
Repensar - principalmente - a medida de cada ato.
Porque a intensidade da minha alegria ou dor pode significar pouco - ou mesmo nada - para o outro.
E apesar de dividir o mesmo espaço - a mesma terra - não dividimos os mesmos sentimentos.
Que maravilha é estar vivo, não?
Apesar disso causar alguns constrangimentos, é maravilhoso poder viver esses desacertos. Por que é neles que crescemos. E esperamos não mais errar.
E apesar de dividir o mesmo espaço - a mesma terra - não dividimos os mesmos sentimentos.
Que maravilha é estar vivo, não?
Apesar disso causar alguns constrangimentos, é maravilhoso poder viver esses desacertos. Por que é neles que crescemos. E esperamos não mais errar.
Sempre que fizer algo, lembre-se do impacto de suas palavras e ações em seu próximo.
Não queria influenciar seu julgamento, mesmo que de forma inconsciente.
Seja sempre honesto, e principalmente, seja sempre transparente em tudo que fizer.
Não queria influenciar seu julgamento, mesmo que de forma inconsciente.
Seja sempre honesto, e principalmente, seja sempre transparente em tudo que fizer.
Uma palavra mal colocada pode fazer um pedido de desculpas parece cinismo. E um pedido sincero parecer chantagem. Então, conheça tua medida, para não ser injusto com quem quer bem.
Ser direto não é ser rude.
Porque talvez, seja só isso que o outro espera.
Quando chegar a hora, não tente fazer rodeios. Em palavras ou em ações.
Quem te ama, te ama pelo que você é. Não pelas aparências que sustenta.
E nada no mundo é mais eficiente que a simplicidade.
Bem, acho que agora posso desligar o notebook e tentar dormir.
Muito obrigado M., por me ensinar tanto sobre mim mesmo.
E muito obrigado a você, que leu até aqui.
Um abraço.
Ser direto não é ser rude.
Porque talvez, seja só isso que o outro espera.
Quando chegar a hora, não tente fazer rodeios. Em palavras ou em ações.
Quem te ama, te ama pelo que você é. Não pelas aparências que sustenta.
E nada no mundo é mais eficiente que a simplicidade.
Bem, acho que agora posso desligar o notebook e tentar dormir.
Muito obrigado M., por me ensinar tanto sobre mim mesmo.
E muito obrigado a você, que leu até aqui.
Um abraço.

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